25 de nov. de 2009

As empresas de TI e a descoberta do campo educacional - Série 1:2

Segue mais uma reportagem sobre a movimentação das empresas de TI na área educacional.
Será que a inclusão de laptops educacionais vai se tornar uma tendência? É ver para crer e analisar, antes, para não perder o bonde da história.

Abraço e fique com Deus,

Maxi

Dell comemora 10 anos no Brasil com projeto educacional

Por Rafael Rigues
05/11/2009 - 10:20

A Dell está comemorando seus 10 anos de operação no Brasil com o lançamento do projeto educacional Sala de Aula Conectada, desenvolvido em parceria com a Universidade de São Paulo, que coloca à disposição dos professores e alunos “ferramentas tecnológicas para a educação e conteúdo exclusivo”.

O hardware utilizado no projeto inclui lousa interativa, conexão sem fio, projetor, sistema de som, impressora, estação móvel, notebook com tela sensível ao toque para os professores e netbooks com conexão wireless para os alunos. A decisão de que equipamento vai ser usado (e o custo de implantação) varia de acordo com as necessidades da escola.

Em um piloto inicial, o projeto foi implantado no início deste ano em 26 escolas públicas da cidade de Hortolândia, no interior de SP, onde a Dell tem uma de suas fábricas. No momento, o projeto Sala de Aula Conectada beneficia 6.000 alunos e 90 professores.

A idéia é a mesma de outros projetos para o uso da informática na educação: ao levar para a sala de aula equipamentos e tecnologia como os quais os estudantes já estão familiarizados, o aprendizado torna-se mais atraente e eficiente, e os professores ganham novas formas de disseminar o conhecimento.

A empresa também anunciou doação de mais de R$ 872 mil ao Centro de Inclusão Digital (CDI), para aquisição de equipamentos de tecnologia para uso em nove centros comunitários que atendem jovens nas cidades de São Paulo, Hortolândia e Porto Alegre.

Latitude 2100

Um dos componentes do projeto Sala de Aula Conectada é o netbook Dell Latitude 2100, desenvolvido especialmente para uso educacional e equipado com características como capa emborrachada em várias cores, que ajuda a absorver impactos, teclado bactericida, que evita a contaminação cruzada quando usado por várias crianças, alça para transporte e webcam integrada.

A máquina é baseada em um processador Intl Atom de 1.6 GHz, padrão na maioria dos netbooks. Para facilitar a administração, a Dell oferece às escolas uma espécie de “rack móvel”, capaz de comportar até 24 máquinas de uma só vez.

Fonte: http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/2009/11/05/dell-comemora-10-anos-no-brasil-com-projeto-educacional/

23 de nov. de 2009

As empresas de TI e a descoberta do campo educacional - Série 1:1

Tenho percebido como nos últimos anos as empresas de tecnologia tem voltados suas ações e estratégias para a área educacional.
Como educadores precisamos entender este processo e avaliá-lo com grande critério. Precisamos ser os primeiros a entender as reais possibilidades e a nos posicionar frente aos modismos.
Segue reportagem do IDG Now do UOL tecnologia sobre a Dell para sua análise.

Beijos e fiquem com Deus.

Dell lança programa de inclusão digital em escolas de São Paulo
Por Nando Rodrigues, da PC World
Publicada em 05 de novembro de 2009 às 10h12
Atualizada em 05 de novembro de 2009 às 10h45

Sala de aula conectada, em parceria com o Governo de São Paulo, inclui netbooks wireless para alunos de 26 escolas públicas em Hortolândia (SP).
A fabricante de equipamentos Dell anuncia nesta quinta-feira (5/11), a solução "Sala de aula conectada", em parceria com o Governo do Estado de São Paulo. O presidente e Chief Executive Officer da empresa, Michael Dell, está no Brasil para falar sobre a estratégia da empresa na área educacional.
O projeto coloca à disposição de professores e alunos modernas ferramentas para educação incluindo conteúdo interativo exclusivo preparado em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), bem como notebooks e netbooks da Dell.
A iniciativa entra em prática beneficiando 6 mil alunos e 90 professores de 26 escolas públicas de Hortolândia, no interior paulista.
A sala de aula conectada é equipada com lousa interativa, conexão sem fio, projetor, sistema de som, áudio, estação móvel, notebook para professores e netbooks wireless para alunos.
O netbook voltado aos estudantes é o modelo Latitude 210, que possui tela opcional sensível ao toque, chip Atom Intel, tela de 10,1 polegadas, alça para transporte, teclado azul antibactericida, webcam e conexão sem fio.
Parceria com o CDI Ainda na área educacional, a Dell anunciou na terça-feira (3/11) a ampliação para o Brasil do programa Dell Youth Connect. Em parceria com o Comitê para Democratização da Informática (CDI), o programa tem o objetivo de atender cerca de 1.100 jovens de até 17 anos com aulas de informática e cidadania, além de engajamento em projetos culturais.
A empresa investirá 872 mil reais para patrocinar nove escolas da rede CDI – três em Campinas, três em São Paulo, e outras três em Porto Alegre (RS). Por meio da Dell Global Giving, a empresa também irá doar 55 máquinas ao primeiro centro comunitário Mega CDI, que deve ser inaugurado este mês no Rio de Janeiro.

8 de out. de 2009

Inocente? Nem tanto!!!

Como educadores cristãos, entenda-se educadores como todos aqueles que se preocupam com a formação de outrem, precisamos alertar pais e alunos sobre os perigos que a Internet pode oferecer. Precisamos apontar o caminho que devem seguir, buscando separar o joio do trigo.
Há algum tempo, venho pesquisando sobre os benefícios e malefícios que a rede pode oferecer aos nossos alunos, e a nós mesmos. E nesta busca, tenho encontrado conteúdos maravilhosos, serviços interessantes e úteis, materiais até de enriquecimento moral e espiritual.
Mas, também muito lixo é encontrado, conteúdos e serviços que não acrescentam nada, ou melhor, acrescentam consumismo, sensualismo, egoísmo, violência. Muitos destes disfarçados com pele de cordeiro, aparentemente inofensivos, mas que nas entrelinhas, trazem e promovem valores deturpados que nos afastam de Cristo.
Para iniciar uma grande lista, gostaria hoje de citar um site destinado às meninas, "lindinho e fofinho". Site que possui jogos e reportagens sobre assuntos relacionados ao mundo infantil...é o que dizem!!! Com um direcionamento estampado para crianças de 6 a 10 anos, promovem, entre outras coisas, a importância de se vestir bem, até ai nenhum mal, mas continuemos... Mas, o que é vestir-se bem? Segundo o padrão exposto, mas que não é dito claramente, as bonecas usam roupas justas, curtas e decotadas, saltos altos, enfim, vestem-se de forma a mostrar seus corpos.
Aparentemente o site é inofensivo, também já brinquei de Barbie! Mas, ao analisarmos os valores embutidos, precisamos, repito, precisamos ficar preocupados e alertar pais e alunos a terem uma nova visão sobre este tipo de site infantil.
O que fazer? Dizer a eles que não deixem seus filhos, ou que eles mesmos não devem usar a Internet? Não. Precisamos apontar novos caminhos, conteúdos de qualidade que realmente proporcionem uma "restauração da imagem perdida pelo homem no Éder". Por exemplo, sabiam que nem todos os pais de nossas escolas conhecem o Portal da Educação Adventista? Indique, sugira, ajuda a usar.
Segue abaixo uma tela do site que falei, indiretamente. Descobriu de que site falei? Fiz algumas anotações que me preocuparam. E para quem quer saber mais sobre as bonecas em questão, acessem uma matéria sobre o assunto no Blog do Michelson. Link: Barbie



Gostaria de saber a sua opinião sobre este post.

E para não deixar de sugerir um bom site para você adulto que está lendo este post, sugiro o www.biblegateway, um site que possui diversas traduções da Bíblia, e algumas delas em áudio. Aqui em casa estamos usando a versão em inglês e espanhol, texto e áudio, maravilhoso!!! A narração é excelente. Confira também.

Um grande abraço e fique com Deus.

Escola de Pais Joinville - Saguaçu

29 de abr. de 2009

Jovens usam web sem supervisão

Jovens usam web sem supervisão, aponta pesquisa

Crianças e adolescentes paulistas que têm internet em casa passam a maior parte do tempo navegando sozinhas ou com outros jovens, sem a supervisão dos pais. Além disso, 46% dos jovens reconhecem que os pais não perguntam sobre os sites que eles acessam e 60% dizem frequentar lan houses, onde estão livres do monitoramento de adultos. Outros 60% dizem já ter se encontrado com um amigo que conheceram online. Os dados são de uma pesquisa com 4.205 estudantes - 790 de 6 a 9 anos e 3.415, de 10 a 18 -, feita por pesquisadores da Universidade de Navarra, Espanha, em parceria com a Fundação Telefônica.

Também foram entrevistados jovens da Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela - mais de 25 mil -, entre outubro de 2007 e junho de 2008. No País, o levantamento foi concentrado em São Paulo, onde mais atua a Telefônica. "Nosso objetivo era entender como os jovens lidam com as tecnologias para tentar promover o uso seguro", explica o presidente da Fundação Telefônica, Sérgio Mindlin.

"Boa parte navega sem orientação de pais e professores. A pesquisa mostra que apenas 8% dos pais navegam junto com os filhos e 40% perguntam o que eles estão fazendo, mas não interferem muito", completa Mindlin. A presença de um computador no quarto do jovem, o que dificulta o controle dos acessos e do tempo de navegação pelos pais, foi mais frequente no Brasil do que nos outros países (44%), e só 11% disseram utilizar filtros de acesso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Retirado de: http://br.noticias.yahoo.com/s/09032009/25/manchetes-jovens-web-supervisao-aponta-pesquisa.html

Comentário: Até "as próprias pedras clamarão", é o que diz Lucas 19:40. Ao terminar de ler a matéria acima a passagem bíblica instantaneamente me veio a mente. E como não viria? É notório o conhecimento dos benefícios e malefícios de recursos como a Internet e a TV. Como pais, amigos, professores, educadores enfim, precisamos alertar às nossas crianças e jovens, sobre os prejuízos do mau uso da Internet, precisamos ajudá-los a guardarem as entradas de suas mentes. Pois, certas consequências podem ser "eternas", "quem ler entenda", por favor!
A pesquisa encomendada pela Telefônica soa-me como estas pedras que estão clamando, em lugar de muitos de nós. Precisamos ser luzeiros em nossas escolas e lares, indicando e supervisionando "o menino", apontando-lhe o verdadeiro caminho em que deve "navegar"!!!

"Mas ele lhes respondeu: Asseguro-vos que, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão." Lucas 19:40

"Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele."Provérbios 22:6

"...quem lê entenda," Mateus 24:15

Um grande abraço e fique com Deus,
Maxi

9 de fev. de 2009

Testando Tecnologia


Get a Voki now!

3 de fev. de 2009

Encontro de Educadores da Educação Adventista de SC - 2009

Segue abaixo os slides que foram apresentados na palestra "Tecnologia Educacional no cotidiano Escolar", no Encontro de Educadores da Educação Adventista de Santa Catarina em 02 de fevereiro de 2009.
Um grande abraço,

4 de dez. de 2008

Apresentação SBIE 2008

Olá, querido visitantes. Segue abaixo a apresentação que realizei no XIX Simpósio de Informática na Educação em Fortaleza, em 13 de novembro de 2008. Trata-se de um compilado das informações que pesquisei para minha dissertação de mestrado.
Beijos
Fiquem com Deus.

10 de dez. de 2007

Depoimento de professora XO

Laptop diminui faltas de alunos

Publicado no Site do Jornal O Estado de São Paulo de 03/09/07

Laptop diminui faltas de alunos e motiva professores no Sul
Escola de Porto Alegre faz parte do programa piloto que oferece um computador por aluno

Elder Ogliari, PORTO ALEGRE

Iniciado há cinco meses, o Programa Um Computador por Aluno (UCA) conseguiu aumentar a freqüência dos estudantes às aulas e animar os educadores da Escola Estadual Luciana de Abreu, em Porto Alegre. “O computador envolve o aluno com o aprendizado, algo que o sistema tradicional não conseguia mais”, diz a vice-diretora Ruth Elaine Umgelter.

Mais informações no site
A escola é uma das cinco escolhidas pelo Ministério da Educação (MEC) para receber os laptops do programa piloto lançado pelo governo federal no início do ano. O projeto foi apresentado ao governo brasileiro em 2005 pelo pesquisador do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, Nicholas Negroponte, e despertou o interesse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em março, a escola começou a receber as 400 unidades do modelo XO doados pela ONG One Laptop per Child (OLPC), fundada pelo próprio pesquisador. O potencial de aprendizagem com as máquinas está sendo testado para que o governo possa decidir se a iniciativa deve ser ou não ampliada para todos os alunos do País.

Muitos dos alunos da escola de Porto Alegre não conheciam o mundo digital ou só haviam tido contato com computadores na casa de amigos ou em lan-houses. Segundo Ruth, os professores da escola estão mais estimulados por ver as crianças cada vez mais interessadas em participar das atividades escolares do que em ceder às tentações da rua, comos drogas e a marginalização.

Na nova metodologia educacional, o aluno propõe o tema a ser estudado e expõe numa página pessoal, acessível aos professores e colegas, o que sabe, o que quer saber e o que descobre em suas pesquisas. “O estudante estabelece o tema e nós corremos para adequar o conteúdo”, conta Ruth, referindo-se ao trabalho dos professores, que costumavam expor as lições e agora são obrigados a adaptá-las ao assunto estabelecido pelo aluno.

Como exemplo, a educadora cita o tema “borboletas”, a partir do qual os professores terão de passar noções de matemática, ciências, geografia, história e português, entre outras disciplinas da 4ª série. A avaliação é feita tanto pela leitura da página do aluno quanto por provas.

“Descobri que o laptop não serve só para brincar”, revela Tassiane Maciel da Rosa, de 10 anos, enquanto procura informações sobre a dengue e prevenção da doença na internet para abastecer um de seus projetos escolares.

O garoto Cristian Dias da Silva, de 10 anos, optou por pesquisar o corpo humano e tornou sua página uma das mais visitadas da escola. “Ficou mais interessante vir para a aula”, diz, ao lado de Nathália de Oliveira Casilene, da mesma idade, preocupada em salvar fotos de civilizações antigas.

O programa entregou a cada um dos 375 alunos da Luciana de Abreu um laptop do tamanho de um livro, peso de 1,5 quilo e memória de 512 MB. O equipamento pode ser levado para casa, mas é na sala de aula, onde há acesso sem fio à internet, que é mais usado e provocou uma revolução.

Iolanda Dias Perachi, de 11 anos, buscou informações sobre as estrelas. Avançou na astronomia, mas também na matemática, para comparar tamanhos, e na história, para saber que os navegadores de antigamente se orientavam pelo Cruzeiro do Sul.

Luiz Felipe Teixeira, de 10 anos, fez do tema “pedras” o caminho para a descoberta do valor econômico dos minerais, das atividades dos garimpeiros, de guerras e invasões ao longo da História, do uso de adornos por diferentes culturas. “Na internet ficou mais interessante. Na biblioteca era mais difícil, às vezes não tinha o livro.”

‘PROFESSORA DELETADA’

A professora Ivone Teresinha Luciano de Antoni brinca que se sentiu “deletada” quanto teve de mudar o método de ensino. Passado o susto, ela descobriu-se incluída numa rede de solidariedade, na qual, às vezes, assume o papel de buscar uma informação que não existe na hora, para trazê-la na aula seguinte e não deixar o aluno sem

http://txt.estado.com.br/editorias/2007/09/03/ger-1.93.7.20070903.7.1.xml


Jornal O Estado de São Paulo

Projetos Xo

Xo e visão docente 1

Xo sobre a visão docente

Vídeos: Aação docente X Uso do Xo

3 de jul. de 2007

Escola Luciana de Abreu - Projeto UCA/BR

Vejam um vídeo muito interessante sobre o processo de implantação dos laptops educacionais em uma escola pública de Porto Alegre.
Beijos

3 de fev. de 2007

A Tecnologia pode estar ao alcance de todos?

Sim, ela pode estar ao seu alcance. Basta não ter medo ou preconceito, pois todos aqueles que se dispõem a entendê-la de forma proativa poderão desfrutar de seus benefícios.
Apresento a seguir a reportagem: TECNOLOGIA AO ALCANCE DE TODOS, que foi publica na revista Nova Escola de setembro de 2006, trata-se de uma matéria bastante significativa que aborda de forma objetiva propostas em diferentes níveis de complexidade.
Realmente vale a pena ser lida, pois oferece subsídios para a implantação, ou para o aprimoramento, do trabalho com a informática enquanto recurso didático.
Um grande abraço, Maxi
Tecnologia ao alcance de todos
Por: Débora Menezes, de Mangaratiba (RJ) e Joinville (SC)
Aos poucos, os computadores se incorporam ao dia-a-dia das escolas, convidando os professores a repensar suas práticas. Conheça experiências reais que vão dos primeiros passos até os vôos mais altos no mundo digital.
Há uma década, computador em escola brasileira era, quando muito, privilégio de elite. Seu uso praticamente se restringia a processar textos e a internet era novidade absoluta. Hoje esses recursos são os mais básicos de uma enorme gama de opções. As escolas públicas com laboratório de informática ainda são 11% do total, segundo o Ministério da Educação. Mais cedo ou mais tarde, contudo, eles estarão em toda a rede de ensino. Fazer parte dos novos tempos não depende apenas de equipamentos modernos. A interação que eles permitem pede uma revisão dos métodos tradicionais de ensino. Quanto mais se mantiverem os hábitos que relegam o aluno a um papel meramente receptor, menos diferença a tecnologia fará no aprendizado. Em muitas escolas, os computadores ficam durante a maior parte do tempo confinados a salas que só se abrem para aulas de informática, sem se incorporar ao projeto pedagógico. É como deixar trancados os livros da biblioteca ou limitar seu uso ao processo estrito de alfabetização.
Em geral, crianças e jovens sabem aproveitar por conta própria as oportunidades oferecidas pelo mundo digital, ainda que - claro - com propósitos recreativos. Segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil, dos 32,1 milhões de usuários da rede no país, a maioria é jovem. Alguns professores ficam constrangidos diante dessa desenvoltura, mas não há razão para isso. "O que o estudante quer é ser orientado e ouvido, e não provar que entende mais de computador", diz Léa Fagundes, do Laboratório de Estudos Cognitivos do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
O papel do professor, portanto, é dar um sentido ao uso da tecnologia, produzir conhecimento com base em um labirinto de possibilidades. "O computador trouxe novas situações de aprendizagem que o professor deve gerenciar", diz Silvia Fichmann, da Escola do Futuro da Universidade de São Paulo. É possível, por exemplo, estimular o raciocínio lógico com jogos virtuais. Ou criar páginas na internet para a garotada publicar seus textos. Nesta reportagem, você vai conhecer experiências de inclusão digital nas escolas, em três estágios de complexidade. No inicial, alunos e professores exploram aos poucos os recursos das máquinas, por meio de jogos e produção de textos e desenhos, além de pesquisas em sites de busca. No nível intermediário, usam-se ferramentas da internet para fazer programas de rádio ou comunicar-se por escrito com outras escolas. Na etapa avançada, a turma constrói produtos com a ajuda de instrumentos como o kit para robótica ou o software para CDs multimídia. Identifique-se, inspire-se e inclua-se!


Acesso em 04 de fevereiro de 2007